Não adianta, tudo em que os sionistas colocam as mãos se transforma a curto prazo em lixo, em imundície, em uma amálgama fétida e disforme de manipulação visando interesses mesquinhos como poder e grana.
Não é diferente como prêmio Nobel, em especial o prêmio Nobel da Paz, descobriram que ele é o prêmio ideal para conteúdo midiático e influência geopolítica, desde que descobriram isso o referido prêmio passou a ser sinônimo de descaso entre entidades e pessoas sérias.
Mas não devemos esquecer que o homem é um ser em evolução, e sempre estaremos nesse caminho, no caso do Prêmio Nobel da paz o caminho é inverso, a evolução na realidade é um quadro involutivo, é quase a procura por um recorde do quanto pior melhor.
Esse prêmio já tinha batido todos os recordes de mergulho e queda livre, sempre ficava a expectativa de quão mais baixo ele poderia chegar, era quase uma bolsa de apostas que poderia estar em qualquer Bet, ver como era o quadro de superação em direção ao fundo do poço.
Em 2025 eles bateram o próprio recorde ao colocar uma neomeretriz sem nenhum tipo de importância sem nenhum tipo de militância pela paz, uma vagabunda que apoiaria o bombardeio do seu próprio povo em busca do poder e de poder saquear o seu próprio país, era oficialmente o fundo do poço mas não existe nada tão ruim que não possa piorar.
Maria Corina Machado, ré por desvio de dinheiro do governo venezuelano no exterior junto com Juan Guaidó, fez questão dela mesmo emporcalhar a um nível jamais visto a hoje ridícula premiação, a pataquada sionista de fazer política de baixo nível.
Ela simplesmente pegou a moeda ou medalha que ganhou desse prêmio e a doou para Donald Trump, um ato extremo de sabugismo, falta de vergonha na cara e mostra inequívoca de que o ser humano sempre consegue ir mais longe, mesmo que esse caminho seja para baixo, no local mais profundo, pertinho do inferno.
Rubem González
