Lorenzo Carrasco
Na CEO Conference promovida pelo banco BTG Pactual de André Esteves (cujo nome acaba de aparecer entre os e-mails de Jeffrey Epstein), o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pontificou sobre a missão do banco. Em suas palavras: “No final do dia a função do banqueiro central é combater a inflação independente da razão.”
Como assim, independente da razão? Ainda mais, com um “remédio” que deixa o paciente ainda mais doente, caso da estratosférica taxa Selic de 15%, que inviabiliza quase todas as atividades produtivas legais praticadas no país.
Por essas e outras, o BC não pode ser “independente”, das necessidades racionais da nação e precisa fazer políticas de Estado, não do mundo financeiro irracional. Em Davos se sepultou a agenda globalista à qual obedece Galípolo e, com o caso Epstein, fica claro qual é a origem da moral “independente da razão” em que se movem os Banqueiros centrais de aqui e acolá.
